Bordo Japonês (Acer palmatum), planta inteira

Bordo Japonês

Acer palmatum

Médio · Alguma experiência

Sobre Bordo Japonês

Bordo Japonês é uma árvore decídua ou grande arbusto da família Sapindaceae nativa do Japão, Coreia e China. Crescendo 5–10 m de altura na maioria dos cultivares, apresenta folhas delicadamente lobadas, palmadas, que surgem na primavera em tons de verde, vermelho ou roxo, transformando-se em exibições outonais espetaculares de escarlate, laranja, dourado e carmesim. Existem mais de 1.000 cultivares nomeados, desde árvores eretas até formas chorosas de folhas rendadas (dissectum).

Os bordos japoneses prosperam nas zonas USDA 5–8, preferindo sombra parcial (especialmente sombra da tarde), solo ácido úmido mas bem drenado e proteção contra ventos secos. São árvores de sub-bosque na natureza, adaptadas à luz filtrada. Cultivares compactos são excelentes plantas para vasos em pátios e varandas. As árvores crescem lentamente e requerem poda mínima — sua forma natural é seu maior trunfo.

Nenhuma árvore é mais central no design de jardins japoneses. Por séculos, jardineiros japoneses selecionaram, nomearam e apreciaram cultivares de bordo como arte viva. No outono, o 'momijigari' (observação de folhas de bordo) é uma tradição cultural à altura da observação das flores de cerejeira na primavera. A elegância, graça e transformação sazonal da árvore fazem dela a árvore ornamental por excelência para pequenos jardins em todo o mundo.

  • compacto
ÁGUA
Gosta de água
Manter úmido
LUZ
Meia-sombra
2–4 h diretas
RUSTICIDADE
Resiste até -29°C (-20°F)
Zonas de resistência USDA 5–8

Como cuidar de Bordo Japonês

Rega

  • Primaveraa cada 3 dias
  • Verãoa cada 2 dias
  • Outonoa cada 4 dias
  • Invernoa cada 14 dias

Substrato · Boa drenagem

  • CoberturaCasca de pinheiro10%
  • Mistura principalSubstrato + perlita 2:170%
  • DrenagemArgila expandida / cascalho20%

Nunca dispense a camada de drenagem — água parada é a principal causa de podridão radicular.

ADUBO

Adubo para acidófilas 4-3-4

Um único saco faz os dois trabalhos. Um adubo para acidófilas traz o nitrogênio, o fósforo e o potássio de sempre, além do enxofre e do ferro que mantêm o solo ácido o bastante para que as raízes consigam absorvê-los.

N36%P27%K36%
  • Nitrogênio · Folhas
  • Fósforo · Raízes + Flores
  • Potássio · Resistência
  • Primaveraa cada 30 dias
  • Verãoa cada 30 dias
  • Outonoa cada 45 dias
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Num relance

  • NativaÁsia Oriental
  • Altura15–25 ft (4.6–7.6 m)
  • Espalhamento15–25 ft (4.6–7.6 m)
  • Cor da folhagemverde, vermelha, violeta, variegada
  • Soloarenoso, bem drenado, ácido
  • LocaisJardim · Indoor · Varanda

Fragrância

SEM FRAGRÂNCIA

Sem fragrância notável.

Toxicidade

Animais de Estimação Seguros

Nenhum relatado

Not reported

EXPOSIÇÃO Nenhuma via de exposição é relatada.

EFEITO Sem toxicidade significativa.

NOTA Nenhuma toxicidade humana é relatada neste catálogo; evite comer plantas ornamentais a menos que seja confirmado que são comestíveis.

Safe

EXPOSIÇÃO Nenhuma via de exposição é relatada.

EFEITO Não listado como tóxico para cães pela ASPCA (ao contrário do Acer rubrum, listado separadamente, que é tóxico para cavalos).

NOTA Listado como não tóxico para cães; evite comer plantas ornamentais a menos que seja confirmado que são comestíveis.

Safe

EXPOSIÇÃO Nenhuma via de exposição é relatada.

EFEITO Não listado como tóxico para gatos.

NOTA Listado como não tóxico para gatos; evite comer plantas ornamentais a menos que seja confirmado que são comestíveis.

Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

DISTRIBUIÇÃO

Bordo Japonês · Nativa
  • Nativa
  • Introduzida
  • Ásia Oriental

História

Cena histórica ilustrada de Bordo Japonês

Bordo Japonês é nativo do Japão, Coreia e partes da China. É cultivado no Japão há mais de mil anos e valorizado em jardins desde pelo menos o período Heian, mas a tradição hortícola formal de nomear e propagar cultivares ("momiji" em japonês) emergiu no período Edo (séculos XVII-XIX), quando samurais e comerciantes ricos mantinham espécimes nomeados em jardins e como bonsai. A transformação anual de cor da planta — cores outonais que vão do dourado ao laranja, escarlate e carmesim — ancora a tradição japonesa do "momijigari" (observação de folhas de outono).

As primeiras introduções ocidentais ocorreram em 1820 (Europa, via Philipp Franz von Siebold) e 1861 (América do Norte). O arborista e colecionador de Boston George Rogers Hall trouxe cultivares importantes para a América em 1882. A monografia de 1978 do viveirista do Oregon J.D. Vertrees, Japanese Maples, catalogou cultivares e continua sendo o texto de referência.

Milhares de cultivares nomeados existem agora — incluindo as formas de folhas rendadas "dissectum", o vermelho "Bloodgood" e o de casca coral "Sango kaku". O Japão e o Oregon continuam sendo os principais centros de produção de mudas. O Jardim Momijiyama no Castelo de Edo era dedicado à observação de bordos. O primeiro catálogo abrangente de cultivares apareceu em 1710. Caçadores de plantas europeus introduziram a espécie no Ocidente na década de 1820. O livro de Vertrees de 1978, 'Japanese Maples', desencadeou a moderna mania de colecionar no Ocidente.

Simbolismo e significado

O que simboliza

O bordo japonês é o emblema vivo da graça, suas folhas em forma de mão sobrepostas com a compostura de um gesto de cerimônia do chá. Cada outono ele encena o mono no aware — a beleza agridoce da impermanência — flamejando escarlate e dourado antes de deixar cada folha cair. Nos jardins japoneses, representa o gosto refinado e a sabedoria de que nada belo é feito para durar para sempre, e que é precisamente isso que o torna belo.

  • Graça — A forma refinada e elegante do bordo japonês simboliza beleza, compostura e gosto artístico
  • Transitoriedade — A espetacular cor outonal que desvanece para galhos nus incorpora a estética japonesa do 'mono no aware' — a beleza da impermanência

De onde vem o nome

Acer é latim para bordo (possivelmente de 'acer', afiado, pelas folhas pontiagudas); 'palmatum' do latim 'palma' (palma da mão), descrevendo as folhas em forma de mão.

Usos e curiosidades

  • Árvore focal escultural para jardins japoneses e entradas frontais
  • Cultivares compactos prosperam em vasos de pátio e bandejas de bonsai
  • Folhas palmadas rendadas produzem cor outonal vermelha e laranja flamejante

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Perguntas frequentes

Com que frequência devo regar Bordo Japonês?

No verão, regue mais ou menos a cada 2 dias; no inverno, a cada 14 dias. Ajuste conforme o calor, o vaso e a drenagem.

De quanta luz Bordo Japonês precisa?

Meia-sombra: 2–4 h diretas. Observe as folhas — queimaduras ou estiolamento indicam que a luz precisa de ajuste.

Bordo Japonês é tóxica para gatos ou cães?

Pets Safe (Dogs Safe · Cats Safe) Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

É fácil cultivar Bordo Japonês?

É moderadamente exigente: boa escolha com um pouco de experiência.

Dá para cultivar Bordo Japonês dentro de casa?

Sim, com a luz certa ela se adapta bem a interiores.

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