Aloé-leque
Aloe plicatilis
Médio · Alguma experiênciaSobre Aloé-leque
Aloé-leque é uma suculenta sul-africana extraordinária que atinge 1,8-2,4 m, distinguida por folhas dispostas em pares planos em forma de leque nas pontas de troncos cinzentos ramificados. Nativa apenas de uma pequena área do fynbos do Cabo Ocidental, é uma aloe arbórea de crescimento lento com arquitetura escultural diferente de qualquer outra. Flores tubulares vermelho-coral aparecem no final do inverno ao início da primavera. É muito apreciada em jardins de colecionadores da Califórnia e paisagens de clima mediterrâneo.
- tolerante à seca
- eververde
- arquitetônico
Como cuidar de Aloé-leque
Rega
- Primaveraa cada 14 dias
- Verãoa cada 21 dias
- Outonoa cada 21 dias
- Invernoa cada 45 dias
Substrato · Drenagem rápida
- Mistura principalAreia + pedra-pomes + terra 1:1:150%
- DrenagemPedra-pomes / cascalho50%
Mantenha o material grosso em metade ou mais — este substrato deve secar rápido.
ADUBO
- Primaveraa cada 60 dias
Num relance
- NativaÁfrica
- Altura6–10 ft (1.8–3 m)
- Espalhamento4–6 ft (1.2–1.8 m)
- Cor da florcoral, laranja
- Cor da folhagemverde
- Soloarenoso, bem drenado
- LocaisJardim
Floração
CICLO DE FLORAÇÃO
Auge da floração
dez–mai
Flores tubulares vermelho-coral do final do inverno ao início da primavera.
Toxicidade
Humanos Leve · Animais de Estimação Moderado
antraquinonas e aloína
Slight
- folha
- suco
- ingestão
EXPOSIÇÃO Ingerir folhas e seiva.
EFEITO Desconforto gastrointestinal.
NOTA Preocupação documentada para humanos: Desconforto gastrointestinal.
Moderate
- folha
- suco
- ingestão
EXPOSIÇÃO Ingerir folhas e seiva.
EFEITO Vômito e diarreia.
NOTA Aloe listado pela ASPCA como tóxico para animais de estimação.
Moderate
- folha
- suco
- ingestão
EXPOSIÇÃO Ingerir folhas e seiva.
EFEITO Vômito e diarreia.
NOTA Aloe listado pela ASPCA como tóxico para animais de estimação.
Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.
DISTRIBUIÇÃO
- Nativa
- África
História

Aloé-leque, a babosa-leque, é uma das babosas mais distintas — uma pequena árvore ramificada de crescimento lento endêmica das encostas de arenito de inverno chuvoso do Cabo Ocidental da África do Sul, desde as Montanhas Franschhoek até Elandskloof. Carl Linnaeus descreveu-a como Aloe disticha var. plicatilis em 1753; Philip Miller elevou-a a espécie em 1768. Com base em estudos moleculares de Grace, Klopper, Smith e colaboradores (2013), a espécie foi transferida para o gênero monotípico Kumara como Kumara plicatilis, embora o comércio hortícola ainda use amplamente Aloe plicatilis.
Ao contrário das babosas em roseta, esta espécie desenvolve um hábito de ramificação dicotômica característico com casca cinzenta lisa atingindo 3-5 metros de altura ao longo de muitas décadas, cada ponta de ramo segurando um leque achatado de duas fileiras de 12-16 folhas cinza-esverdeadas em forma de tira (plicatilis significa dobrado ou pregueado). Flores tubulares vermelho-coral em racemos curtos aparecem no inverno e início da primavera.
Uma das babosas mais valorizadas arquitetonicamente para colecionadores e paisagens de clima mediterrâneo. Endêmica do fynbos dos Cape Winelands, onde é adaptada ao fogo e cada vez mais rara na natureza. Icônica por sua presença nos jardins de Kirstenbosch e do Huntington Botanical Gardens na Califórnia.
Simbolismo e significado
O que simboliza
O Aloé-leque se destaca em seu gênero, exibindo fileiras planas de folhas verde-acinzentadas em uma forma que nenhum outro aloe compartilha. Essa singularidade é seu significado — junto com uma herança profunda no fynbos sul-africano, onde resiste a incêndios do fynbos e encostas rochosas perto do Cabo. Cultivar um é manter um fragmento dessa paisagem singular, um emblema vivo de individualidade botânica e lugar.
- Singularidade — nenhuma outra babosa compartilha sua forma de folha em leque plano
- Herança — espécie icônica do fynbos sul-africano
De onde vem o nome
'Plicatilis' do latim que significa dobrado ou pregueado, referindo-se à disposição das folhas em leque.
Usos e curiosidades
- Disposição das folhas em leque cria um ponto focal suculento marcante
- Babosa arbórea de crescimento lento adequada para grandes vasos de pátio
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Perguntas frequentes
Com que frequência devo regar Aloé-leque?
No verão, regue mais ou menos a cada 21 dias; no inverno, a cada 45 dias. Ajuste conforme o calor, o vaso e a drenagem.
De quanta luz Aloé-leque precisa?
Sol pleno: 6+ h diretas. Observe as folhas — queimaduras ou estiolamento indicam que a luz precisa de ajuste.
Aloé-leque é tóxica para gatos ou cães?
Pets Moderate (Dogs Moderate · Cats Moderate) Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.
É fácil cultivar Aloé-leque?
É moderadamente exigente: boa escolha com um pouco de experiência.
Quando Aloé-leque floresce?
Costuma florescer dez–mai no hemisfério norte.
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