Cipreste-do-Arizona (Cupressus arizonica), planta inteira

Cipreste-do-Arizona

Cupressus arizonica

Fácil · Ideal para iniciantes

Sobre Cipreste-do-Arizona

O Cipreste-do-Arizona é uma conífera tolerante à seca nativa do Sudoeste americano e norte do México, atingindo 9-15 m, com forma piramidal densa e folhagem escamosa que varia de verde-acinzentado a azul-prateado dependendo da variedade. Casca distinta marrom-avermelhada e fibrosa se desenvolve em troncos mais velhos. Extremamente tolerante ao calor e à seca, é uma das sebes e espécimes perenes mais plantados no Sudoeste e sul quente dos EUA.

  • tolerante à seca
  • tolerante ao calor
  • eververde
  • nativo
ÁGUA
Regular
Camada superior seca
LUZ
Sol pleno
6+ h diretas
RUSTICIDADE
Resiste até -18°C (0°F)
Zonas de resistência USDA 7–10

Como cuidar de Cipreste-do-Arizona

Rega

  • Primaveraa cada 14 dias
  • Verãoa cada 10 dias
  • Outonoa cada 21 dias
  • Invernoa cada 30 dias

Substrato · Boa drenagem

  • CoberturaCasca de pinheiro10%
  • Mistura principalSubstrato + perlita 2:170%
  • DrenagemArgila expandida / cascalho20%

Nunca dispense a camada de drenagem — água parada é a principal causa de podridão radicular.

ADUBO

  • Primaveraa cada 60 dias
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Num relance

  • NativaAmérica do Norte
  • Altura30–50 ft (9.1–15.2 m)
  • Espalhamento15–25 ft (4.6–7.6 m)
  • Cor da floramarela
  • Cor da folhagemazul-verde, prata, verde
  • Cor do frutomarrom
  • Soloarenoso, bem drenado
  • LocaisJardim

Floração

CICLO DE FLORAÇÃO

Pequenos cones masculinos amarelos no inverno

Fragrância

FRAGRÂNCIA MODERADA

A folhagem tem um cheiro pungente resinoso de cipreste.

Toxicidade

Não há registros de toxicidade para esta planta. Ainda assim, evite que os pets mordisquem qualquer planta.

Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

DISTRIBUIÇÃO

Cipreste-do-Arizona · Nativa
  • Nativa
  • Introduzida
  • América do Norte

História

Cena histórica ilustrada de Cipreste-do-Arizona

Cupressus arizonica ocorre naturalmente em desfiladeiros montanhosos isolados do Arizona, Novo México, Texas e norte do México, tipicamente entre 900 e 2400 metros de altitude. O botânico americano Edward Lee Greene descreveu a espécie em 1882 a partir de material do Arizona. Várias variedades geográficas são reconhecidas, incluindo var. glabra (cipreste-liso), var. arizonica (casca áspera) e var. stephensonii (cipreste-de-Cuyamaca) do sul da Califórnia, que está criticamente ameaçada com apenas algumas centenas de indivíduos maduros.

A espécie é extraordinariamente tolerante ao calor e à seca, sobrevivendo com chuvas limitadas onde a maioria das coníferas falha, tornando-se cada vez mais valiosa em florestamento mediterrâneo e do Oriente Médio. Tem sido plantada amplamente na Bacia do Mediterrâneo, Israel e América do Sul tanto como quebra-vento quanto como árvore de Natal cortada (particularmente no sul dos Estados Unidos, onde o abeto Fraser não pode ser cultivado).

Seleções de folhagem azul incluindo 'Blue Ice', 'Blue Pyramid' e 'Carolina Sapphire' são amplamente cultivadas por sua cor azul-prateada e forma cônica. Populações nativas persistem em cadeias montanhosas isoladas do Arizona, Novo México, Texas e México — alguns bosques de tamanho notável nas Montanhas Chiricahua.

Simbolismo e significado

O que simboliza

O Cipreste-do-Arizona pode simbolizar resistência do deserto, uma conífera verde-azulada prateada que prospera no calor do Sudoeste americano onde a maioria das perenes queimaria. Outra camada é abrigo, pois é a árvore escolhida para quebra-ventos e sebes em país árido, mantendo-se firme contra poeira e sol. Na linguagem dos jardins de terras secas, este cipreste é o protetor sóbrio, menos ornamento que aliado, solicitado a suavizar um clima duro para as plantas e pessoas atrás dele.

  • Resistência do deserto — prospera no calor do Sudoeste
  • Abrigo — sebes e quebra-ventos em regiões quentes

De onde vem o nome

'Arizonica' refere-se ao Arizona, onde a espécie foi descrita pela primeira vez.

Usos e curiosidades

  • Folhagem densa azul-acinzentada forma sebes altas de quebra-vento
  • Cipreste piramidal azul-prateado para paisagens áridas
  • Perene azul pulverulento destaca-se em jardins secos
  • Dossel denso abriga pássaros canoros e codornizes

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Perguntas frequentes

Com que frequência devo regar Cipreste-do-Arizona?

No verão, regue mais ou menos a cada 10 dias; no inverno, a cada 30 dias. Ajuste conforme o calor, o vaso e a drenagem.

De quanta luz Cipreste-do-Arizona precisa?

Sol pleno: 6+ h diretas. Observe as folhas — queimaduras ou estiolamento indicam que a luz precisa de ajuste.

Cipreste-do-Arizona é tóxica para gatos ou cães?

Não há registros de toxicidade para esta planta. Ainda assim, evite que os pets mordisquem qualquer planta. Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

É fácil cultivar Cipreste-do-Arizona?

Sim — é considerada uma planta fácil, ótima para iniciantes.

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