Dudleya-de-Britton
Dudleya brittonii
Médio · Alguma experiênciaSobre Dudleya-de-Britton
Dudleya-de-Britton é a maior espécie de Dudleya, formando rosetas impressionantes de até 90 cm de diâmetro com o revestimento pulverulento branco mais brilhante de qualquer suculenta. Nativa de encostas rochosas perto de Ensenada, na Baixa Califórnia, produz hastes ramificadas altas de pequenas flores amarelas no verão. A farinha branca extraordinária torna esta uma das suculentas ornamentais mais procuradas do mundo, mas as populações selvagens estão severamente ameaçadas pela coleta ilegal. Cultivá-la em casa é um poderoso ato de conservação.
- tolerante à seca
- resistente a veados
- nativo
Como cuidar de Dudleya-de-Britton
Rega
- Primaveraa cada 14 dias
- Verãoa cada 21 dias
- Outonoa cada 21 dias
- Invernopausar a rega
Substrato · Drenagem rápida
- Mistura principalAreia + pedra-pomes + terra 1:1:150%
- DrenagemPedra-pomes / cascalho50%
Mantenha o material grosso em metade ou mais — este substrato deve secar rápido.
ADUBO
Esta planta quase não precisa de adubo.
Num relance
- NativaAmérica do Norte
- Altura1–1.5 ft (0.3–0.5 m)
- Espalhamento1.5–2 ft (0.5–0.6 m)
- Cor da floramarela, laranja
- Cor da folhagemvariegada, prata
- Soloarenoso, bem drenado
- LocaisJardim · Varanda
Floração
CICLO DE FLORAÇÃO
Auge da floração
mai–jul
Flores amarelas em hastes ramificadas altas de maio a julho
Fragrância
SEM FRAGRÂNCIA
Sem fragrância notável.
Toxicidade
Não há registros de toxicidade para esta planta. Ainda assim, evite que os pets mordisquem qualquer planta.
Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.
DISTRIBUIÇÃO
- Nativa
- América do Norte
História

Dudleya-de-Britton é nativa de uma área relativamente restrita do noroeste costeiro da Baixa Califórnia, México, de aproximadamente Ensenada ao sul até El Rosario, crescendo em falésias rochosas costeiras íngremes a cerca de 20 km do Oceano Pacífico. A espécie foi nomeada pelo botânico americano Thomas Rose em homenagem a Nathaniel Lord Britton (1859-1934), diretor fundador do Jardim Botânico de Nova York. Forma as maiores rosetas de qualquer espécie de Dudleya — as rosetas individuais maduras podem atingir 40-50 cm de diâmetro com 60-80 folhas cada uma — tornando-a a dudleya arquitetonicamente mais dramática. As formas mais bem selecionadas produzem folhas com uma florescência epicuticular cerosa incomumente espessa e branca pura que faz as plantas parecerem quase artificiais, mais como um elemento escultural do que uma planta viva.
A espécie é uma das Dudleyas mais desejadas internacionalmente no comércio hortícola global de suculentas, particularmente no Leste Asiático, e é amplamente propagada comercialmente a partir de sementes e estacas de folhas (a propagação legal e ética é simples). As populações selvagens na Baixa Califórnia enfrentaram pressão tanto do desenvolvimento fundiário quanto de alguma coleta ilegal, e a lei de conservação mexicana agora protege as plantas silvestres; a horticultura comercial é adequadamente suprida pela produção em viveiros. Em cultivo, a espécie é melhor cultivada em pleno sol em solo de drenagem rápida, sem água por cima (a água que cai na roseta destrói a florescência calcária) e com regime rigoroso de seca no verão.
Uma operação de saque em 2018 perto de Ensenada, México, removeu milhares de espécimes silvestres para exportação para a Coreia do Sul e o Japão, resultando em acusações federais e atenção internacional à conservação. É agora um dos casos mais notórios de tráfico de suculentas.
Simbolismo e significado
O que simboliza
A Dudleya-de-Britton usa a pureza como um revestimento literal — uma flor branca calcária tão imaculada que uma única impressão digital a mancha. Essa beleza intocada a tornou uma das suculentas mais procuradas do mundo, apreciada por sua simetria e seu brilho prateado ao entardecer. Seu significado é a fragilidade da perfeição: uma raridade que pede para ser admirada apenas com os olhos.
- Pureza — cobertura branca imaculada simboliza beleza intocada
- Raridade — uma das suculentas mais procuradas do mundo
De onde vem o nome
'Brittonii' homenageia Nathaniel Lord Britton (1859–1934), diretor do Jardim Botânico de Nova York e prolífico taxonomista de plantas.
Usos e curiosidades
- Roseta branca calcária como ponto focal suculento de destaque
- Vaso de exibição para colecionadores de suculentas do sul da Califórnia
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Perguntas frequentes
Com que frequência devo regar Dudleya-de-Britton?
Regue mais ou menos a cada 14 dias durante a estação de crescimento, sempre deixando escorrer o excesso de água.
De quanta luz Dudleya-de-Britton precisa?
Sol pleno: 6+ h diretas. Observe as folhas — queimaduras ou estiolamento indicam que a luz precisa de ajuste.
Dudleya-de-Britton é tóxica para gatos ou cães?
Não há registros de toxicidade para esta planta. Ainda assim, evite que os pets mordisquem qualquer planta. Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.
É fácil cultivar Dudleya-de-Britton?
É moderadamente exigente: boa escolha com um pouco de experiência.
Quando Dudleya-de-Britton floresce?
Costuma florescer mai–jul no hemisfério norte.
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