Figueira-de-Natal Bastarda
Ficus craterostoma
Difícil · Cultivadores experientesSobre Figueira-de-Natal Bastarda
Figueira-de-Natal Bastarda, uma Figueira-de-Natal Bastarda, é uma árvore perenifólia de médio porte nativa das florestas costeiras e desfiladeiros fluviais do sul e leste da África. Cresce de 4,5 a 9 metros de altura com uma copa densa e arredondada de folhas grandes, coriáceas e verde-escuras. Como todas as figueiras, suas flores ficam escondidas dentro do sicônio carnoso — o que chamamos de 'figo' — e são polinizadas por pequenas vespas especializadas. Pequenos figos comestíveis roxo-escuros nascem diretamente no tronco e nos ramos, amadurecendo no final do verão e outono, e são avidamente procurados por aves e mamíferos.
- eververde
- tolerante à seca
- amigável aos polinizadores
- frutos vistosos
Como cuidar de Figueira-de-Natal Bastarda
Rega
- Primaveraa cada 15 dias
- Verãoa cada 15 dias
- Outonoa cada 30 dias
- Invernopausar a rega
Substrato · Boa drenagem
- CoberturaCasca de pinheiro10%
- Mistura principalSubstrato + perlita 2:170%
- DrenagemArgila expandida / cascalho20%
Nunca dispense a camada de drenagem — água parada é a principal causa de podridão radicular.
ADUBO
Adubo para folhagem 24-8-16
O nitrogênio lidera, para que a planta gaste energia em folhagem densa e verde. O fósforo e o potássio vêm logo atrás, só o suficiente para manter raízes e caules em dia.
- Nitrogênio · Folhas
- Fósforo · Raízes + Flores
- Potássio · Resistência
- Primaveraa cada 30 dias
- Verãoa cada 30 dias
- Outonoa cada 60 dias
Num relance
- NativaÁfrica
- Altura15–30 ft (4.6–9.1 m)
- Espalhamento15–20 ft (4.6–6.1 m)
- Cor da folhagemverde
- Cor do frutovioleta
- Solobem drenado, Moist
- LocaisJardim · Varanda
Fragrância
SEM FRAGRÂNCIA
Não é perfumada.
Toxicidade
Humanos Leve · Animais Leve
ficina e psoraleno
Slight
- suco
- folha
- contato
EXPOSIÇÃO Contato com seiva e folhas. Contato com seiva e folhas.
EFEITO Irritação na pele, irritação ocular e dermatite.
NOTA A seiva leitosa (látex) contém ficina (enzima proteolítica) e furanocumarinas que causam dermatite de contato em indivíduos sensíveis. Figos maduros são comestíveis; folhas e seiva devem ser manuseadas com luvas. Perfil de toxicidade semelhante a outras espécies de Ficus.
Slight
- suco
- folha
- ingestão
- contato
EXPOSIÇÃO Ingestão de seiva e folhas. Contato com seiva e folhas.
EFEITO Irritação na pele, vômito e diarreia.
NOTA A seiva leitosa (látex) contém ficina (enzima proteolítica) e furanocumarinas que causam dermatite de contato em indivíduos sensíveis. Figos maduros são comestíveis; folhas e seiva devem ser manuseadas com luvas. Perfil de toxicidade semelhante a outras espécies de Ficus.
Slight
- suco
- folha
- ingestão
- contato
EXPOSIÇÃO Ingestão de seiva e folhas. Contato com seiva e folhas.
EFEITO Irritação na pele, vômito e diarreia.
NOTA A seiva leitosa (látex) contém ficina (enzima proteolítica) e furanocumarinas que causam dermatite de contato em indivíduos sensíveis. Figos maduros são comestíveis; folhas e seiva devem ser manuseadas com luvas. Perfil de toxicidade semelhante a outras espécies de Ficus.
Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.
DISTRIBUIÇÃO
- Nativa
- África
História

Figueira-de-Natal Bastarda cresce nas florestas costeiras úmidas e desfiladeiros fluviais abrigados de KwaZulu-Natal, Cabo Oriental e partes da África Oriental tropical. Como todos os membros do vasto gênero Ficus — mais de 800 espécies no mundo — depende de uma relação única com uma pequena vespa especializada para polinização. A vespa fêmea força seu caminho através de um poro microscópico (ostíolo) na ponta do figo em desenvolvimento, poliniza as centenas de pequenas flores que revestem o interior, põe seus ovos e morre lá dentro. Esse mutualismo íntimo, refinado ao longo de 60 a 80 milhões de anos de coevolução, significa que cada espécie de figueira só pode ser polinizada por uma ou poucas espécies de vespas — e vice-versa.
Nos ecossistemas florestais da África Austral, grandes figueiras frutíferas como Figueira-de-Natal Bastarda desempenham o papel de espécie-chave: suas abundantes colheitas de figos caulifloros (nascidos no tronco) amadurecem de forma assíncrona entre indivíduos e estações, fornecendo alimento crítico durante períodos em que outras árvores frutíferas estão despidas. Poupass, calaus, pombos-de-rameron, pombos-verdes-africanos e várias espécies de primatas e morcegos dependem fortemente das colheitas de figos. Ecologistas descrevem grandes figueiras como 'recursos superalimentares' que sustentam comunidades inteiras de vida selvagem.
Na medicina tradicional da África Austral, várias espécies de Ficus foram usadas para problemas de pele, doenças respiratórias e como auxiliares de fertilidade. O látex de Figueira-de-Natal Bastarda era aplicado em feridas e erupções cutâneas na etnobotânica Zulu e Xhosa. A árvore também é plantada como espécime de sombra e jardim em jardins subtropicais quentes, valorizada por seu valor para a vida selvagem, folhagem ousada e tolerância a solos mal drenados.
Simbolismo e significado
O que simboliza
O figo e sua vespa coevoluíram por dezenas de milhões de anos num arranjo tão íntimo que beira o milagroso: cada espécie de figueira dependente de uma única espécie de vespa, e vice-versa. A vespa fêmea se espreme por uma abertura incrivelmente pequena, poliniza flores no interior escuro, põe seus ovos e nunca sai. A árvore fornece um viveiro; a vespa fornece reprodução. A Figueira-de-Natal Bastarda carrega este pacto antigo em cada fruto — um lembrete de que as relações mais duradouras são construídas na necessidade mútua.
- generosidade — A colheita de figos no tronco alimenta dezenas de espécies, muitas vezes quando não há outro alimento disponível — uma árvore que dá sem condições.
- interconexão — Cada figo é um mundo fechado: vespa e árvore presas em 80 milhões de anos de dependência mútua, nenhuma capaz de existir sem a outra.
De onde vem o nome
O nome do gênero Ficus é a palavra latina clássica para figo. O epíteto específico craterostoma deriva do grego 'krater' (tigela, copo) e 'stoma' (boca), referindo-se à abertura distinta de boca larga (ostíolo) na ponta de seus figos. O nome comum Figueira-de-Natal Bastarda distingue-a da verdadeira Figueira-de-Natal (Ficus natalensis) da mesma região.
Usos e curiosidades
- A colheita de figos no tronco é uma fonte crítica de alimento para aves incluindo calaus, pombos e turaquinhos, bem como morcegos e macacos
- A copa densa perenifólia fornece sombra e estrutura durante todo o ano em jardins subtropicais; adequada como árvore de tela ou espécime isolado
- Látex tradicionalmente usado na etnomedicina Zulu e Xhosa para problemas de pele e tratamento de feridas
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figueira-benjamimFicus benjamina
Figueira-comumFicus carica
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Agapanto campanuladoAgapanthus campanulatus
Agapanto-comumAgapanthus praecox
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Perguntas frequentes
Com que frequência devo regar Figueira-de-Natal Bastarda?
Regue mais ou menos a cada 15 dias durante a estação de crescimento, sempre deixando escorrer o excesso de água.
De quanta luz Figueira-de-Natal Bastarda precisa?
Sol parcial: 4–6 h diretas. Observe as folhas — queimaduras ou estiolamento indicam que a luz precisa de ajuste.
Figueira-de-Natal Bastarda é tóxica para gatos ou cães?
Pets Slight (Dogs Slight · Cats Slight) Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.
É fácil cultivar Figueira-de-Natal Bastarda?
É considerada exigente e recompensa cultivadores experientes.
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