Extremosa-de-Faurie
Lagerstroemia fauriei
Fácil · Ideal para iniciantesSobre Extremosa-de-Faurie
Extremosa-de-Faurie é uma espécie de extremosa da Ilha Yakushima, Japão, crescendo 6-9 m de altura e distinguida por sua impressionante casca descamante cor de canela e cachos de pequenas flores brancas no meio do verão. Mais resistente ao oídio e mais tolerante ao frio do que a mais conhecida L. indica, é a progenitora de muitos híbridos modernos de extremosa resistentes a doenças (a série 'Native American'). Resistente nas zonas USDA 6-9 e um triunfo do melhoramento hortícola americano.
- resistente a doenças
- amigável aos polinizadores
Como cuidar de Extremosa-de-Faurie
Rega
- Primaveraa cada 7 dias
- Verãoa cada 5 dias
- Outonoa cada 10 dias
- Invernopausar a rega
Substrato · Rico e argiloso
- CoberturaCobertura de casca15%
- Mistura principalTerra franca rica + composto 3:170%
- DrenagemCascalho15%
Use composto totalmente curado — composto fresco queima as raízes.
ADUBO
Adubo equilibrado 14-14-14
Um adubo equilibrado cobre as três necessidades de uma vez, mantendo folhas, raízes e flores no mesmo ritmo, sem nada sair do equilíbrio.
- Nitrogênio · Folhas
- Fósforo · Raízes + Flores
- Potássio · Resistência
- Primaveraa cada 60 dias
- Verãoa cada 60 dias
Num relance
- NativaÁsia Oriental
- Altura20–35 ft (6.1–10.7 m)
- Espalhamento15–25 ft (4.6–7.6 m)
- Cor da florbranca
- Cor da folhagemverde, bronze
- Cor do frutomarrom
- Soloarenoso, bem drenado, ácido
- LocaisJardim
Floração
CICLO DE FLORAÇÃO
Auge da floração
jul–ago
Cachos brancos de julho a agosto
Fragrância
FRAGRÂNCIA SUAVE
As flores têm um aroma suave.
Toxicidade
Não há registros de toxicidade para esta planta. Ainda assim, evite que os pets mordisquem qualquer planta.
Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.
DISTRIBUIÇÃO
- Nativa
- Ásia Oriental
História

Extremosa-de-Faurie é endêmica da Ilha Yakushima, no sul do Japão. O missionário-botânico francês Père Urbain Faurie a coletou por volta de 1900, e a espécie foi formalmente nomeada em sua homenagem. A espécie permaneceu uma raridade botânica até 1956, quando John L. Creech do US National Arboretum coletou sementes durante uma expedição japonesa.
De volta a Washington, seu sucessor Donald Egolf cruzou Extremosa-de-Faurie com L. indica a partir dos anos 1970 para produzir uma série icônica de extremo-oriente híbridos resistentes a doenças, nomeados em homenagem a tribos nativas americanas: 'Natchez' (branco, 1978), 'Tuscarora' (coral-rosa, 1981), 'Muskogee' (lavanda, 1978), 'Tuskegee' (rosa, 1981). Essas cultivares revolucionaram o paisagismo do sul dos EUA ao fornecer resistência ao oídio que afligia L. indica.
A própria Extremosa-de-Faurie apresenta uma deslumbrante casca esfoliante vermelho-canela e flores brancas, tornando-a uma árvore ornamental digna por si só. O melhorador do arboreto Donald Egolf a usou para criar a celebrada série 'Native American' com nomes de tribos nativas americanas ('Natchez', 'Sioux', 'Tuscarora', 'Muskogee', 'Biloxi') — os extremo-oriente mais plantados no sul americano. Uma conquista marcante no melhoramento de plantas ornamentais americanas.
Simbolismo e significado
O que simboliza
Extremosa-de-Faurie evoca eloquência através de sua forma elegante, casca de canela refinada e das panículas de longa floração que legou a seus descendentes. Seu verdadeiro lugar na horticultura é como patrimônio, sendo o progenitor da série nativa americana de extremosas, híbridos que combinaram sua tolerância ao frio e casca com as cores de sua prima. É o ancestral fundador cujos dons falam através de cada extremosa moderna.
- Eloquência — forma elegante e beleza refinada
- Herança — progenitor da série nativa americana de extremosas
De onde vem o nome
Gênero homenageia Magnus von Lagerström (1696–1759), comerciante sueco; 'fauriei' homenageia o coletor francês Père Urbain Faurie.
Usos e curiosidades
- Casca esfoliante cor de canela destaca-se como característica de árvore urbana
- Árvore de floração branca no meio do verão, resistente a oídio, para ruas
- Panículas de verão alimentam abelhas enquanto ornamentam paisagens urbanas quentes
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Perguntas frequentes
Com que frequência devo regar Extremosa-de-Faurie?
Regue mais ou menos a cada 7 dias durante a estação de crescimento, sempre deixando escorrer o excesso de água.
De quanta luz Extremosa-de-Faurie precisa?
Sol pleno: 6+ h diretas. Observe as folhas — queimaduras ou estiolamento indicam que a luz precisa de ajuste.
Extremosa-de-Faurie é tóxica para gatos ou cães?
Não há registros de toxicidade para esta planta. Ainda assim, evite que os pets mordisquem qualquer planta. Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.
É fácil cultivar Extremosa-de-Faurie?
Sim — é considerada uma planta fácil, ótima para iniciantes.
Quando Extremosa-de-Faurie floresce?
Costuma florescer jul–ago no hemisfério norte.
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