Palmeira-das-Canárias (Phoenix canariensis), planta inteira

Palmeira-das-Canárias

Phoenix canariensis

Difícil · Cultivadores experientes

Sobre Palmeira-das-Canárias

A palmeira-das-Canárias é uma palmeira imponente, de tronco único, nativa das ilhas Canárias, apreciada em todo o mundo como árvore ornamental para parques, avenidas e entradas de destaque. Seu tronco cinza maciço, marcado por cicatrizes foliares em forma de losango, pode ultrapassar 18 metros de altura e sustenta uma copa densa de folhas pinadas, rígidas e arqueadas. Exemplares adultos produzem cachos pendentes de pequenas flores amarelas seguidas de tâmaras alaranjadas, tecnicamente comestíveis, embora bem menos doces que as tâmaras verdadeiras. De estabelecimento lento, mas muito longeva e tolerante à seca depois de enraizada, tornou-se uma das palmeiras ornamentais mais plantadas em climas mediterrâneos, da Califórnia à Riviera Francesa.

  • eververde
  • resistente ao frio
  • tolerante à seca
  • de crescimento lento
  • frutos vistosos
ÁGUA
Regular
Camada superior seca
LUZ
Sol pleno
6+ h diretas
RUSTICIDADE
Resiste até -7°C (20°F)
Zonas de resistência USDA 9–11

Como cuidar de Palmeira-das-Canárias

Rega

  • Primaveraa cada 14 dias
  • Verãoa cada 7 dias
  • Outonoa cada 30 dias
  • Invernopausar a rega

Substrato · Boa drenagem

  • Mistura principalTerra franca + casca + perlita 2:1:175%
  • DrenagemArgila expandida25%

A casca impede que o substrato compacte sob um torrão pesado.

ADUBO

Adubo equilibrado 14-14-14

Um adubo equilibrado cobre as três necessidades de uma vez, mantendo folhas, raízes e flores no mesmo ritmo, sem nada sair do equilíbrio.

N33%P33%K33%
  • Nitrogênio · Folhas
  • Fósforo · Raízes + Flores
  • Potássio · Resistência
  • Primaveraa cada 30 dias
  • Verãoa cada 30 dias
  • Outonoa cada 30 dias
Receba lembretes de rega para Palmeira-das-Canárias — grátis no iPhoneBaixar na App Store

Num relance

  • NativaNorth Africa, Mediterrânea
  • Altura40–66 ft (12.2–20.1 m)
  • Espalhamento20–40 ft (6.1–12.2 m)
  • Cor da floramarela
  • Cor da folhagemverde
  • Cor do frutomarrom
  • Solobem drenado, arenoso, arenoso
  • LocaisJardim · Patio

Floração

CICLO DE FLORAÇÃO

Auge da floração

jan–dez

j
f
m
a
m
j
j
a
s
o
n
d

Esta planta pode florescer o ano todo, o que a torna ideal para regiões tropicais e subtropicais.

Fragrância

FRAGRÂNCIA SUAVE

Os pequenos cachos de flores amarelo-creme exalam um aroma suave e adocicado, mais perceptível de perto durante a floração.

Toxicidade

Segura para animais de estimação

Nenhum relatado

Not reported

EXPOSIÇÃO Nenhuma via de exposição relatada.

EFEITO Nenhum efeito tóxico relatado.

NOTA Este catálogo não relata toxicidade para humanos; isso não é evidência de que a planta seja comestível ou inofensiva.

Safe

EXPOSIÇÃO Nenhuma via de exposição relatada.

EFEITO Nenhum efeito tóxico relatado.

NOTA Fontes confiáveis relatam que esta planta não é tóxica para cães; isso não é evidência de que seja comestível.

Safe

EXPOSIÇÃO Nenhuma via de exposição relatada.

EFEITO Nenhum efeito tóxico relatado.

NOTA Fontes confiáveis relatam que esta planta não é tóxica para gatos; isso não é evidência de que seja comestível.

Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

DISTRIBUIÇÃO

Palmeira-das-Canárias · Nativa
  • Nativa
  • Introduzida
  • North Africa
  • Mediterrânea

História

Cena histórica ilustrada de Palmeira-das-Canárias

Muito antes da Palmeira-das-Canárias se tornar presença constante em avenidas subtropicais ao redor do mundo, ela já sustentava os próprios habitantes das ilhas Canárias. Nas encostas íngremes e aterraçadas de La Gomera, colhedores conhecidos como guaraperos praticam um ofício transmitido por gerações: com um arnês de corda e uma faca curva, sobem troncos de 18 metros para fazer diariamente um corte fresco na copa, recolhendo o lento gotejar da seiva em recipientes de barro ou lata amarrados sob o corte. Fervida por horas em fogo aberto, a seiva se transforma em miel de palma, um xarope âmbar espesso que há séculos dá sabor a sobremesas, cafés da manhã e festas em Gomera. Uma palmeira bem cuidada pode ser sangrada por anos sem morrer, e a prática hoje é protegida como parte da paisagem cultural da ilha, reconhecida pela UNESCO, com um punhado de guaraperos que ainda sobem ao amanhecer para manter viva a tradição.

Fora de suas ilhas nativas, a mesma silhueta dramática e a tolerância a solos pobres e secos fizeram dela uma das exportações favoritas do século XIX: horticultores europeus enviaram palmeiras jovens para Nice, Barcelona e, mais tarde, Califórnia e Flórida, onde ainda hoje ladeiam grandes avenidas e entradas de hotéis. Essa popularidade trouxe um novo perigo de volta para casa. Desde a década de 1990, o gorgulho-vermelho-das-palmeiras, um besouro invasor cujas larvas perfuram silenciosamente a copa, já matou milhares dessas palmeiras em todo o Mediterrâneo, transformando uma espécie antes considerada quase indestrutível em uma espécie hoje observada de perto por arboristas e autoridades de quarentena.

Simbolismo e significado

O que simboliza

Para os habitantes das ilhas Canárias, esta palmeira nunca foi apenas ornamental. Sua seiva, colhida com paciência e reduzida a xarope, foi um adoçante essencial muito antes da chegada da cana-de-açúcar, e uma única árvore bem cuidada podia sustentar a mesa de uma família por uma geração inteira, fazendo da palmeira um símbolo discreto de resiliência e abundância transmitido ao longo da história das ilhas.

  • Resiliência — Palmeira de crescimento lento, capaz de viver séculos e resistir à seca, a solos pobres e ao vento costeiro, a palmeira-das-Canárias há muito simboliza resistência e força constante.
  • Abundância — Seus pesados cachos de tâmaras e o rico xarope extraído de sua copa fizeram dela um símbolo tradicional de sustento e fartura nas ilhas Canárias.

De onde vem o nome

Phoenix, da palavra grega para palmeira, e canariensis, "das ilhas Canárias", o arquipélago ao largo do noroeste da África onde a espécie é endêmica.

Usos e curiosidades

  • Árvore ornamental de destaque para parques, avenidas e entradas de prestígio
  • Seiva colhida e fervida para produzir miel de palma, xarope tradicional canário
  • Flores e tâmaras servem de alimento para aves e insetos polinizadores

Plantas relacionadas

Plantas com cuidados parecidos

Perguntas frequentes

Com que frequência devo regar Palmeira-das-Canárias?

Regue mais ou menos a cada 14 dias durante a estação de crescimento, sempre deixando escorrer o excesso de água.

De quanta luz Palmeira-das-Canárias precisa?

Sol pleno: 6+ h diretas. Observe as folhas — queimaduras ou estiolamento indicam que a luz precisa de ajuste.

Palmeira-das-Canárias é tóxica para gatos ou cães?

Pets Safe (Dogs Safe · Cats Safe) Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

É fácil cultivar Palmeira-das-Canárias?

É considerada exigente e recompensa cultivadores experientes.

Quando Palmeira-das-Canárias floresce?

Costuma florescer jan–dez no hemisfério norte.

YardMate

Identifique qualquer planta em segundos

Tire uma foto — o YardMate identifica a planta, diagnostica problemas e lembra você de regar.

Baixar na App Store
YardMateIdentifique · Diagnostique · Lembre
Baixar