Maranta-pavão (Calathea makoyana), planta inteira

Maranta-pavão

Calathea makoyana

Médio · Alguma experiência

Sobre Maranta-pavão

Maranta-pavão, a planta-pavão, exibe folhas ovais com um padrão semelhante a penas de ovais verde-escuras sobre um fundo verde-claro, com a face inferior arroxeada visível durante seu movimento noturno de oração. Nativa do leste do Brasil, é uma das Maranta-pavão mais cultivadas. Como suas parentes, prefere condições úmidas e água filtrada, mas é um pouco mais tolerante que a C. orbifolia. As impressionantes folhas bicolores fazem-na parecer quase pintada à mão. Mantém-se compacta, com 30–60 cm, sendo ideal para mesas e terrários.

  • tropical
  • tolerante à sombra
  • purificador de ar
  • amigável com recipientes
ÁGUA
Gosta de água
Manter úmido
LUZ
Meia-sombra
2–4 h diretas
CALOR
16–27°C
60–80°F

Como cuidar de Maranta-pavão

Rega

  • Primaveraa cada 5 dias
  • Verãoa cada 4 dias
  • Outonoa cada 7 dias
  • Invernoa cada 10 dias

Substrato · Retém umidade

  • CoberturaMusgo esfagno10%
  • Mistura principalTurfa + fibra de coco 1:180%
  • DrenagemPerlita / cascalho10%

Mantenha uniformemente úmido — mas a camada de drenagem continua importante.

ADUBO

Adubo equilibrado 14-14-14

Um adubo equilibrado cobre as três necessidades de uma vez, mantendo folhas, raízes e flores no mesmo ritmo, sem nada sair do equilíbrio.

N33%P33%K33%
  • Nitrogênio · Folhas
  • Fósforo · Raízes + Flores
  • Potássio · Resistência
  • Primaveraa cada 30 dias
  • Verãoa cada 30 dias
  • Outonoa cada 60 dias
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Num relance

  • NativaAmérica do Sul
  • Altura1–2 ft (0.3–0.6 m)
  • Espalhamento1–2 ft (0.3–0.6 m)
  • Cor da florbranca
  • Cor da folhagemverde, vermelha, variegada
  • Soloretentor de umidade, rico, arenoso
  • LocaisIndoor

Floração

CICLO DE FLORAÇÃO

Auge da floração

jun–ago

j
f
m
a
m
j
j
a
s
o
n
d

Pequenas flores brancas; insignificantes

Fragrância

SEM FRAGRÂNCIA

Não é perfumada.

Toxicidade

Não há registros de toxicidade para esta planta. Ainda assim, evite que os pets mordisquem qualquer planta.

Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

DISTRIBUIÇÃO

Maranta-pavão · Nativa
  • Nativa
  • América do Sul

História

Cena histórica ilustrada de Maranta-pavão

Maranta-pavão foi coletada na floresta tropical costeira do Atlântico do leste do Brasil e formalmente descrita em 1875, quando recebeu o nome do horticultor belga Jacob Makoy, cujo viveiro em Liège foi um dos principais importadores de plantas tropicais para a Europa no século XIX. Seu nome comum, Maranta-pavão, vem do padrão de faixas ovais alternadas claras e escuras na superfície superior da folha, com a face inferior magenta — uma estrutura que se acredita ajudar na fotossíntese em condições de baixa luminosidade na floresta. Como outras marantas, realiza nictinastia, dobrando as folhas para cima à noite em um movimento lento e visível que deu à família o apelido de 'plantas rezadeiras'.

A taxonomia moderna a classifica como Goeppertia makoyana, embora Calathea permaneça como nome comercial. A Maranta-pavão foi nomeada em homenagem a Jacob-Makoy, um viveirista belga do século XIX cuja estufa em Liège foi uma das primeiras a cultivar com sucesso Calatheas tropicais para o mercado europeu.

O padrão de folhas semelhante a penas de pavão fez dela um tema favorito para ilustradores botânicos. Em sua Mata Atlântica nativa — um dos ecossistemas mais ameaçados da Terra — cresce na sombra densa do solo da floresta, onde a luz salpicada cria as condições que suas folhas delicadas evoluíram para explorar.

Simbolismo e significado

O que simboliza

A Maranta-pavão veste a graça como plumagem — folhas padronizadas em ovais emplumadas de creme e verde-escuro que imitam os ocelos de um pavão. Cada fronda se move ao longo do dia, erguendo-se ao entardecer na coreografia lenta pela qual as Marantaceae são conhecidas. É arte viva, uma performance diária silenciosa encenada em um único caule.

  • Graça — Seus elegantes padrões de penas de pavão incorporam arte natural e equilíbrio

De onde vem o nome

Calathea do grego 'kalathos' (cesto). Makoyana homenageia Jacob-Makoy, o horticultor belga que a cultivou comercialmente pela primeira vez.

Usos e curiosidades

  • Folhas padronizadas como pavão apreciadas como planta tropical de interior
  • Prospera em vasos internos com alta umidade e sombra

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Perguntas frequentes

Com que frequência devo regar Maranta-pavão?

No verão, regue mais ou menos a cada 4 dias; no inverno, a cada 10 dias. Ajuste conforme o calor, o vaso e a drenagem.

De quanta luz Maranta-pavão precisa?

Meia-sombra: 2–4 h diretas. Observe as folhas — queimaduras ou estiolamento indicam que a luz precisa de ajuste.

Maranta-pavão é tóxica para gatos ou cães?

Não há registros de toxicidade para esta planta. Ainda assim, evite que os pets mordisquem qualquer planta. Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

É fácil cultivar Maranta-pavão?

É moderadamente exigente: boa escolha com um pouco de experiência.

Dá para cultivar Maranta-pavão dentro de casa?

Sim, com a luz certa ela se adapta bem a interiores.

Quando Maranta-pavão floresce?

Costuma florescer jun–ago no hemisfério norte.

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