Maranta-pavão
Calathea makoyana
Médio · Alguma experiênciaSobre Maranta-pavão
Maranta-pavão, a planta-pavão, exibe folhas ovais com um padrão semelhante a penas de ovais verde-escuras sobre um fundo verde-claro, com a face inferior arroxeada visível durante seu movimento noturno de oração. Nativa do leste do Brasil, é uma das Maranta-pavão mais cultivadas. Como suas parentes, prefere condições úmidas e água filtrada, mas é um pouco mais tolerante que a C. orbifolia. As impressionantes folhas bicolores fazem-na parecer quase pintada à mão. Mantém-se compacta, com 30–60 cm, sendo ideal para mesas e terrários.
- tropical
- tolerante à sombra
- purificador de ar
- amigável com recipientes
Como cuidar de Maranta-pavão
Rega
- Primaveraa cada 5 dias
- Verãoa cada 4 dias
- Outonoa cada 7 dias
- Invernoa cada 10 dias
Substrato · Retém umidade
- CoberturaMusgo esfagno10%
- Mistura principalTurfa + fibra de coco 1:180%
- DrenagemPerlita / cascalho10%
Mantenha uniformemente úmido — mas a camada de drenagem continua importante.
ADUBO
Adubo equilibrado 14-14-14
Um adubo equilibrado cobre as três necessidades de uma vez, mantendo folhas, raízes e flores no mesmo ritmo, sem nada sair do equilíbrio.
- Nitrogênio · Folhas
- Fósforo · Raízes + Flores
- Potássio · Resistência
- Primaveraa cada 30 dias
- Verãoa cada 30 dias
- Outonoa cada 60 dias
Num relance
- NativaAmérica do Sul
- Altura1–2 ft (0.3–0.6 m)
- Espalhamento1–2 ft (0.3–0.6 m)
- Cor da florbranca
- Cor da folhagemverde, vermelha, variegada
- Soloretentor de umidade, rico, arenoso
- LocaisIndoor
Floração
CICLO DE FLORAÇÃO
Auge da floração
jun–ago
Pequenas flores brancas; insignificantes
Fragrância
SEM FRAGRÂNCIA
Não é perfumada.
Toxicidade
Não há registros de toxicidade para esta planta. Ainda assim, evite que os pets mordisquem qualquer planta.
Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.
DISTRIBUIÇÃO
- Nativa
- América do Sul
História

Maranta-pavão foi coletada na floresta tropical costeira do Atlântico do leste do Brasil e formalmente descrita em 1875, quando recebeu o nome do horticultor belga Jacob Makoy, cujo viveiro em Liège foi um dos principais importadores de plantas tropicais para a Europa no século XIX. Seu nome comum, Maranta-pavão, vem do padrão de faixas ovais alternadas claras e escuras na superfície superior da folha, com a face inferior magenta — uma estrutura que se acredita ajudar na fotossíntese em condições de baixa luminosidade na floresta. Como outras marantas, realiza nictinastia, dobrando as folhas para cima à noite em um movimento lento e visível que deu à família o apelido de 'plantas rezadeiras'.
A taxonomia moderna a classifica como Goeppertia makoyana, embora Calathea permaneça como nome comercial. A Maranta-pavão foi nomeada em homenagem a Jacob-Makoy, um viveirista belga do século XIX cuja estufa em Liège foi uma das primeiras a cultivar com sucesso Calatheas tropicais para o mercado europeu.
O padrão de folhas semelhante a penas de pavão fez dela um tema favorito para ilustradores botânicos. Em sua Mata Atlântica nativa — um dos ecossistemas mais ameaçados da Terra — cresce na sombra densa do solo da floresta, onde a luz salpicada cria as condições que suas folhas delicadas evoluíram para explorar.
Simbolismo e significado
O que simboliza
A Maranta-pavão veste a graça como plumagem — folhas padronizadas em ovais emplumadas de creme e verde-escuro que imitam os ocelos de um pavão. Cada fronda se move ao longo do dia, erguendo-se ao entardecer na coreografia lenta pela qual as Marantaceae são conhecidas. É arte viva, uma performance diária silenciosa encenada em um único caule.
- Graça — Seus elegantes padrões de penas de pavão incorporam arte natural e equilíbrio
De onde vem o nome
Calathea do grego 'kalathos' (cesto). Makoyana homenageia Jacob-Makoy, o horticultor belga que a cultivou comercialmente pela primeira vez.
Usos e curiosidades
- Folhas padronizadas como pavão apreciadas como planta tropical de interior
- Prospera em vasos internos com alta umidade e sombra
Plantas relacionadas
Mais plantas do gênero Calathea
Maranta-cascavelCalathea lancifolia
Maranta-orbifoliaCalathea orbifolia
Maranta-riscadaCalathea ornata
Maranta-rosaCalathea roseopicta
Plantas com cuidados parecidos
Bordo JaponêsAcer palmatum
Alocásia-zebraAlocasia zebrina
antúrioAnthurium andraeanum
Aspargo-samambaiaAsparagus setaceus
Perguntas frequentes
Com que frequência devo regar Maranta-pavão?
No verão, regue mais ou menos a cada 4 dias; no inverno, a cada 10 dias. Ajuste conforme o calor, o vaso e a drenagem.
De quanta luz Maranta-pavão precisa?
Meia-sombra: 2–4 h diretas. Observe as folhas — queimaduras ou estiolamento indicam que a luz precisa de ajuste.
Maranta-pavão é tóxica para gatos ou cães?
Não há registros de toxicidade para esta planta. Ainda assim, evite que os pets mordisquem qualquer planta. Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.
É fácil cultivar Maranta-pavão?
É moderadamente exigente: boa escolha com um pouco de experiência.
Dá para cultivar Maranta-pavão dentro de casa?
Sim, com a luz certa ela se adapta bem a interiores.
Quando Maranta-pavão floresce?
Costuma florescer jun–ago no hemisfério norte.
YardMate
Identifique qualquer planta em segundos
Tire uma foto — o YardMate identifica a planta, diagnostica problemas e lembra você de regar.
Baixar na App Store

