Salgueiro-chorão (Salix babylonica), planta inteira

Salgueiro-chorão

Salix babylonica

Fácil · Ideal para iniciantes

Sobre Salgueiro-chorão

Salgueiro-chorão está entre as árvores mais emocionalmente evocativas em cultivo. Seus longos e finos ramos cascateiam até o chão como cortinas verdes, balançando graciosamente ao vento. Nativo do norte da China, foi levado pela Rota da Seda ao Oriente Médio e Europa. A árvore prospera perto da água, frequentemente plantada junto a lagos e rios, onde seu reflexo dobra sua beleza. Cresce rapidamente até 12–15 metros, com copa larga e arredondada e folhas estreitas lanceoladas, verdes-claras na face superior e prateadas na inferior. Os salgueiros-chorões estão entre as primeiras árvores a brotar na primavera e as últimas a perder as folhas no outono, proporcionando uma estação prolongada de interesse. Seus sistemas radiculares vigorosos buscam umidade agressivamente, portanto devem ser plantados longe de canos e fundações. A árvore tem profundas associações com luto, poesia e romance em muitas culturas.

  • de crescimento rápido
ÁGUA
Gosta de água
Manter úmido
LUZ
Sol pleno
6+ h diretas
RUSTICIDADE
Resiste até -23°C (-10°F)
Zonas de resistência USDA 6–8

Como cuidar de Salgueiro-chorão

Rega

  • Primaveraa cada 3 dias
  • Verãoa cada 2 dias
  • Outonoa cada 5 dias
  • Invernoa cada 14 dias

Substrato · Retém umidade

  • CoberturaMusgo esfagno10%
  • Mistura principalTurfa + fibra de coco 1:180%
  • DrenagemPerlita / cascalho10%

Mantenha uniformemente úmido — mas a camada de drenagem continua importante.

ADUBO

Adubo equilibrado 14-14-14

Um adubo equilibrado cobre as três necessidades de uma vez, mantendo folhas, raízes e flores no mesmo ritmo, sem nada sair do equilíbrio.

N33%P33%K33%
  • Nitrogênio · Folhas
  • Fósforo · Raízes + Flores
  • Potássio · Resistência
  • Primaveraa cada 45 dias
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Num relance

  • NativaÁsia Oriental
  • Altura30–50 ft (9.1–15.2 m)
  • Espalhamento30–50 ft (9.1–15.2 m)
  • Cor da floramarela, verde
  • Cor da folhagemverde, amarela
  • Solorico, retentor de umidade, arenoso
  • LocaisJardim

Floração

CICLO DE FLORAÇÃO

Auge da floração

mar–mai

j
f
m
a
m
j
j
a
s
o
n
d

Amentos verde-amarelados no início da primavera; o interesse ornamental está na forma.

Fragrância

SEM FRAGRÂNCIA

Sem fragrância notável.

Toxicidade

Gatos Moderado

salicina

Safe

EXPOSIÇÃO Nenhuma via de exposição é relatada.

EFEITO Nenhuma toxicidade significativa e a casca contém salicina usada historicamente como analgésico (precursor da aspirina).

NOTA Listado como não tóxico para humanos; evite comer plantas ornamentais a menos que seja confirmado que são comestíveis.

Safe

EXPOSIÇÃO Nenhuma via de exposição é relatada.

EFEITO Não listado como tóxico e sensibilidade a salicilatos possível com grande ingestão.

NOTA Listado como não tóxico para cães; evite comer plantas ornamentais a menos que seja confirmado que são comestíveis.

Moderate

  • casca
  • folha
  • ingestão

EXPOSIÇÃO Ingestão de casca e folhas.

EFEITO Gatos metabolizam salicilatos mal e a casca do salgueiro pode causar toxicidade.

NOTA Geralmente considerado seguro para humanos e cães; gatos são sensíveis a salicilatos.

Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

DISTRIBUIÇÃO

Salgueiro-chorão · Nativa
  • Nativa
  • Introduzida
  • Ásia Oriental

História

Cena histórica ilustrada de Salgueiro-chorão

Salgueiro-chorão é nativa do norte da China, onde foi cultivada em jardins clássicos por milênios e está associada à poesia de despedida e ao luto. Amigos chineses quebravam tradicionalmente galhos de salgueiro para presentear viajantes que partiam. A árvore chegou ao Oriente Médio e à Europa ao longo da Rota da Seda durante o período medieval. Lineu, ao descrever a planta formalmente em 1753, conferiu-lhe o epíteto específico "babylonica" com base na referência do Salmo 137 ("Às margens dos rios da Babilônia, ali nos sentamos e choramos, quando nos lembramos de Sião.

Nos salgueiros que havia ali, suspendemos nossas harpas"). Estudos bíblicos modernos determinaram que os "salgueiros" do Salmo 137 eram quase certamente o álamo-do-Eufrates (Populus euphratica), e não o salgueiro verdadeiro, mas o nome linneano persistiu. O salgueiro-chorão tornou-se popular nos jardins paisagísticos ingleses do século XVIII e se difundiu pela América do Norte.

O túmulo de Napoleão em Santa Helena era sombreado por um salgueiro-chorão, e estacas dessa árvore foram levadas a paisagens ao redor do mundo como uma espécie de peregrinação botânica. A casca do salgueiro foi historicamente a fonte de salicina, o precursor da aspirina, isolada em 1828 pelo farmacêutico alemão Johann Buchner. Apesar do nome latino que sugere a Babilônia, o salgueiro-chorão é nativo da China, onde foi cultivado por mais de 2.000 anos. Lineu foi enganado pelo Salmo 137 — 'Às margens dos rios da Babilônia, ali nos sentamos e choramos' — e nomeou-o babylonica, embora aquelas árvores bíblicas fossem provavelmente álamos. Napoleão era tão apegado a um salgueiro-chorão em Santa Helena que pediu para ser enterrado sob ele.

Simbolismo e significado

O que simboliza

O Salgueiro-chorão carrega tristeza há séculos, seus ramos pendentes um símbolo quase universal de luto e pesar em culturas que vão da China às primeiras lápides americanas. No entanto, entrelaçado em seu significado está a resiliência — ele se curva em tempestades sem quebrar, um emblema de força flexível que perdura mesmo no que o curva mais baixo. Seu significado reúne ambos os sentimentos: lágrimas ganhando forma, junto com a força silenciosa de continuar de pé.

  • Tristeza — sua forma chorosa simboliza tristeza e luto há séculos
  • Resiliência — curva-se em tempestades sem quebrar, representando força flexível

De onde vem o nome

Salix é o nome latino para salgueiro. Babylonica faz referência à antiga Babilônia, um equívoco de Lineu que associou a árvore ao salmo bíblico do exílio.

Usos e curiosidades

  • Forma chorosa icônica faz graciosa árvore focal ribeirinha
  • Copa em cascata sombreia bordas de lagos e gramados
  • Caules flexíveis usados em cestaria e tecelagem tradicional

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Perguntas frequentes

Com que frequência devo regar Salgueiro-chorão?

No verão, regue mais ou menos a cada 2 dias; no inverno, a cada 14 dias. Ajuste conforme o calor, o vaso e a drenagem.

De quanta luz Salgueiro-chorão precisa?

Sol pleno: 6+ h diretas. Observe as folhas — queimaduras ou estiolamento indicam que a luz precisa de ajuste.

Salgueiro-chorão é tóxica para gatos ou cães?

Pets Moderate (Dogs Safe · Cats Moderate) Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

É fácil cultivar Salgueiro-chorão?

Sim — é considerada uma planta fácil, ótima para iniciantes.

Quando Salgueiro-chorão floresce?

Costuma florescer mar–mai no hemisfério norte.

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