Lilás-comum (Syringa vulgaris), planta inteira

Lilás-comum

Syringa vulgaris

Fácil · Ideal para iniciantes

Sobre Lilás-comum

Lilás-comum, o lilás comum, é um arbusto decíduo ou pequena árvore nativa dos Balcãs que se tornou uma das plantas floridas mais amadas em jardins temperados em todo o mundo. Crescendo 2,5 a 4,5 m de altura, produz panículas densas de flores intensamente perfumadas em tons de roxo, lavanda, rosa, branco e até amarelo no final da primavera. O perfume inebriante do lilás em flor é um dos aromas florais mais reconhecidos e nostálgicos, evocando memórias de jardins de avós e caminhos rurais. Os lilases preferem sol pleno, boa circulação de ar e solo alcalino a neutro, bem drenado. Requerem um período de frio invernal para florescer bem, tornando-os mal adaptados a climas de inverno ameno. Variedades antigas podem tornar-se pernaltas sem poda de renovação — remover os caules mais velhos ao nível do solo a cada poucos anos rejuvenesce a planta. O hibridizador francês Victor Lemoine e sua família criaram centenas de cultivares no final do século XIX e início do século XX, muitos dos quais ainda são considerados os melhores lilases disponíveis.

  • fragrante
ÁGUA
Pouca água
Rega mínima
LUZ
Sol pleno
6+ h diretas
RUSTICIDADE
Resiste até -40°C (-40°F)
Zonas de resistência USDA 3–7

Como cuidar de Lilás-comum

Rega

  • Primaveraa cada 5 dias
  • Verãoa cada 4 dias
  • Outonoa cada 10 dias
  • Invernoa cada 30 dias

Substrato · Rico e argiloso

  • CoberturaCobertura de casca15%
  • Mistura principalTerra franca rica + composto 3:170%
  • DrenagemCascalho15%

Use composto totalmente curado — composto fresco queima as raízes.

ADUBO

Adubo para acidófilas 4-3-4

Um único saco faz os dois trabalhos. Um adubo para acidófilas traz o nitrogênio, o fósforo e o potássio de sempre, além do enxofre e do ferro que mantêm o solo ácido o bastante para que as raízes consigam absorvê-los.

N36%P27%K36%
  • Nitrogênio · Folhas
  • Fósforo · Raízes + Flores
  • Potássio · Resistência
  • Primaveraa cada 45 dias
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Num relance

  • NativaAmérica do Norte
  • Altura8–16 ft (2.4–4.9 m)
  • Espalhamento6–12 ft (1.8–3.7 m)
  • Cor da florvioleta, branca, rosa
  • Cor da folhagemverde
  • Soloalcalino, bem drenado, arenoso
  • LocaisJardim

Floração

CICLO DE FLORAÇÃO

Auge da floração

mar–mai

j
f
m
a
m
j
j
a
s
o
n
d

Panículas perfumadas no final da primavera; remova flores murchas e pode imediatamente após a floração, pois os botões se formam em madeira velha

Fragrância

FRAGRÂNCIA FORTE

Aroma icônico, poderosamente doce de primavera — a fragrância definidora do final da primavera no hemisfério norte.

Toxicidade

Animais de Estimação Seguros

Nenhum relatado

Not reported

EXPOSIÇÃO Nenhuma via de exposição é relatada.

EFEITO Sem toxicidade significativa.

NOTA Nenhuma toxicidade humana é relatada neste catálogo; evite comer plantas ornamentais a menos que seja confirmado que são comestíveis.

Safe

EXPOSIÇÃO Nenhuma via de exposição é relatada.

EFEITO Não listado como tóxico pela ASPCA.

NOTA Listado como não tóxico para cães; evite comer plantas ornamentais a menos que seja confirmado que são comestíveis.

Safe

EXPOSIÇÃO Nenhuma via de exposição é relatada.

EFEITO Não listado como tóxico pela ASPCA.

NOTA Listado como não tóxico para gatos; evite comer plantas ornamentais a menos que seja confirmado que são comestíveis.

Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

DISTRIBUIÇÃO

Lilás-comum · Nativa
  • Nativa
  • Introduzida
  • América do Norte

História

Cena histórica ilustrada de Lilás-comum

Lilás-comum é nativa das colinas rochosas dos Bálcãs — Bulgária, Romênia, Sérvia, Macedônia do Norte e Albânia. A planta chegou à Europa Ocidental no século XVI através dos jardins imperiais otomanos: o embaixador do Sacro Império Romano-Germânico, Ogier Ghiselin de Busbecq, trouxe lilases (e tulipas) de Istambul para Viena e depois para a Holanda por volta de 1563. O viveirista francês Victor Lemoine, de Nancy, produziu a onda fundamental de cultivares modernas duplas e de flores grandes dos anos 1870 a 1910 — os "híbridos franceses", incluindo 'Madame Lemoine', 'Président Grévy' e mais de 200 outros, ainda ancoram as ofertas comerciais modernas.

Os lilases chegaram à América do Norte com colonos europeus em meados do século XVIII; George Washington e Thomas Jefferson cultivaram lilases em suas propriedades, e a espécie rapidamente se naturalizou ao redor de antigas casas coloniais da Nova Inglaterra, onde os arbustos resistentes e longevos sobrevivem às próprias casas. A elegia de Walt Whitman de 1865, "When Lilacs Last in the Dooryard Bloom'd", lamentando o assassinato de Abraham Lincoln, ligou o lilás permanentemente à memória americana e às imagens primaveris.

O viveirista francês Victor Lemoine e seu filho Émile criaram mais de 200 cultivares entre 1876 e 1953, estabelecendo a tradição do 'lilás francês'. Os primeiros colonos americanos plantaram lilases em suas propriedades, e arbustos de lilás abandonados ainda marcam locais de antigas fazendas séculos depois em toda a Nova Inglaterra.

Simbolismo e significado

O que simboliza

O Lilás-comum sugere primeiro amor — lilases roxos tradicionalmente representam as primeiras emoções do romance, o tipo que cheira incrivelmente doce e passa incrivelmente rápido. A memória também está entrelaçada: aquela fragrância característica de maio evoca nostalgia poderosa por quintais de infância, cercas de avós e buquês do Dia das Mães. Seu significado é tanto começos ternos quanto a longa e perfumada lembrança que eles se tornam mais tarde.

  • Primeiro amor — Lilases roxos tradicionalmente representam as primeiras emoções do amor romântico
  • Memória — A fragrância distinta evoca nostalgia poderosa e memórias queridas

De onde vem o nome

'Syringa' do grego 'syrinx' (tubo ou cano), referindo-se aos caules ocos. 'Vulgaris' significa 'comum' em latim.

Usos e curiosidades

  • Panículas roxas liberam fragrância icônica doce de primavera
  • Cachos de flores de haste longa são apreciados em buquês de primavera
  • Arbusto vigoroso treinado como sebe florida perfumada
  • Arbusto herança clássica de jardins de entrada da Nova Inglaterra

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Perguntas frequentes

Com que frequência devo regar Lilás-comum?

No verão, regue mais ou menos a cada 4 dias; no inverno, a cada 30 dias. Ajuste conforme o calor, o vaso e a drenagem.

De quanta luz Lilás-comum precisa?

Sol pleno: 6+ h diretas. Observe as folhas — queimaduras ou estiolamento indicam que a luz precisa de ajuste.

Lilás-comum é tóxica para gatos ou cães?

Pets Safe (Dogs Safe · Cats Safe) Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

É fácil cultivar Lilás-comum?

Sim — é considerada uma planta fácil, ótima para iniciantes.

Quando Lilás-comum floresce?

Costuma florescer mar–mai no hemisfério norte.

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