Planta-espelho anã (Coprosma repens pumila), planta inteira

Planta-espelho anã

Coprosma repens pumila

Difícil · Cultivadores experientes

Sobre Planta-espelho anã

A Planta-espelho anã (Coprosma repens 'Pumila') é um arbusto perene compacto valorizado por suas folhas pequenas, arredondadas e verde-escuro brilhantes, que captam e refletem a luz como pequenos espelhos. Seleção anã do arbusto-espelho neozelandês, forma uma touceira densa e baixa de apenas 30 a 90 centímetros de altura e 60 a 90 centímetros de largura, bem mais contida que a espécie selvagem, que pode atingir o porte de uma pequena árvore. Nativa das falésias costeiras e dunas da Nova Zelândia, a Planta-espelho anã tolera maresia, vento e seca depois de estabelecida, e prospera em solo arenoso bem drenado sob sol pleno. Seu porte arrumado é ideal para cercas-vivas baixas, bordaduras e vasos em jardins costeiros e de clima mediterrâneo.

  • eververde
  • tolerante à seca
  • compacto
  • amigável com recipientes
ÁGUA
Encharcar e secar
Fundo, espaçado
LUZ
Sol parcial
4–6 h diretas
RUSTICIDADE
Resiste até -7°C (20°F)
Zonas de resistência USDA 9–10

Como cuidar de Planta-espelho anã

Rega

  • Primaveraa cada 15 dias
  • Verãoa cada 15 dias
  • Outonoa cada 30 dias
  • Invernoa cada 30 dias

Substrato · Rico e drenante

  • CoberturaComposto10%
  • Mistura principalSubstrato + composto 3:180%
  • DrenagemCascalho10%

Reponha a camada de composto a cada estação.

ADUBO

Adubo equilibrado 14-14-14

Um adubo equilibrado cobre as três necessidades de uma vez, mantendo folhas, raízes e flores no mesmo ritmo, sem nada sair do equilíbrio.

N33%P33%K33%
  • Nitrogênio · Folhas
  • Fósforo · Raízes + Flores
  • Potássio · Resistência
  • Primaveraa cada 30 dias
  • Verãoa cada 30 dias
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Num relance

  • NativaNew Zealand
  • Altura1–3 ft (0.3–0.9 m)
  • Espalhamento2–3 ft (0.6–0.9 m)
  • Cor da folhagemverde escuro
  • Cor do frutolaranja
  • Solobem drenado, arenoso
  • LocaisJardim · Patio

Fragrância

SEM FRAGRÂNCIA

As pequenas flores esverdeado-esbranquiçadas, discretas, não exalam aroma perceptível; a planta é cultivada por sua folhagem brilhante, e não por sua fragrância.

Toxicidade

Não há registros de toxicidade para esta planta. Ainda assim, evite que os pets mordisquem qualquer planta.

Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

DISTRIBUIÇÃO

Planta-espelho anã · Nativa
  • Nativa
  • Introduzida
  • New Zealand

História

Cena histórica ilustrada de Planta-espelho anã

Muito antes de os navios europeus chegarem à Nova Zelândia, a espécie selvagem da qual descende a Planta-espelho anã crescia ao longo das falésias costeiras e dunas do país, onde os maori a conheciam como taupata (também naupata, mamangi ou angiangi, dependendo da região). Suas folhas resistentes e brilhantes suportavam tão bem a maresia e o vento que a tradição maori atribui a um agrupamento desses arbustos em Maketu, na baía de Plenty, o fato de terem crescido a partir de material vegetal trazido nas primeiras canoas de navegação que colonizaram Aotearoa. As folhas eram usadas na rongoa, a medicina tradicional maori, e forneciam um corante natural, enquanto as sementes torradas serviam como substituto do café e os caules flexíveis eram trançados em cordas.

Os colonos europeus valorizaram depois essa mesma resistência ao sal e ao vento para quebra-ventos e cercas-vivas costeiras, plantando o arbusto-espelho ao longo de estradas expostas e limites de fazendas na Nova Zelândia. Viveiros que exportavam a flora neozelandesa no século XX a levaram a regiões de clima mediterrâneo em todo o mundo, especialmente na costa da Califórnia, onde sua folhagem brilhante e tolerância à maresia, seca e solos arenosos pobres a tornaram um elemento fixo do paisagismo costeiro.

Como a espécie-tipo podia atingir o porte de uma pequena árvore, os horticultores selecionaram mudas naturalmente compactas para criar formas anãs como a 'Pumila', preservando a folhagem brilhante como espelho e a resistência costeira em um arbusto baixo e arredondado, adequado para plantios de fundação, cercas-vivas baixas e vasos de terraço, onde a espécie de porte integral logo ocuparia espaço demais.

Simbolismo e significado

O que simboliza

No litoral exposto da Nova Zelândia, o vento salgado e o solo arenoso e seco vencem a maioria das plantas, mas o arbusto do qual descende a Planta-espelho anã prospera ali, resistindo firme aos elementos graças à sua folhagem perene densa. Suas folhas brilhantes, luminosas o suficiente para captar e devolver a luz do sol, fizeram dela, há muito, um emblema de resiliência e clareza: uma planta pequena e resistente que transforma um ambiente hostil em um espelho de luz.

  • resiliência — Enraizado em falésias salpicadas de sal e dunas varridas pelo vento, o arbusto do qual descende a Planta-espelho anã suporta condições que vencem a maioria das outras plantas, um emblema vivo de resistência costeira.
  • reflexo — Suas folhas brilhantes, luminosas como espelhos, captam a luz e a devolvem, dando nome à planta e uma associação simbólica com clareza e introspecção.

De onde vem o nome

O nome do gênero Coprosma vem do grego kopros (excremento) e osme (odor), referindo-se ao odor desagradável liberado quando as folhas ou caules de algumas espécies de Coprosma são esmagados. O epíteto repens é latim para 'rasteiro', descrevendo o hábito de crescimento baixo e espalhado da planta, enquanto o nome do cultivar 'Pumila' é latim para 'anão' ou 'pequeno', indicando o porte compacto desta seleção em comparação com a espécie selvagem.

Usos e curiosidades

  • Arbusto anão denso de folhagem brilhante, para cercas-vivas baixas, bordaduras, plantios de fundação e vasos em jardins costeiros e de clima mediterrâneo
  • Os caules do arbusto-espelho selvagem eram tradicionalmente trançados pelos maori para fazer cordas, e as folhas usadas para produzir um corante natural
  • As sementes torradas da espécie eram tradicionalmente moídas e preparadas como substituto do café
  • As folhas eram usadas por curandeiros maori na rongoa, a medicina tradicional neozelandesa

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Perguntas frequentes

Com que frequência devo regar Planta-espelho anã?

No verão, regue mais ou menos a cada 15 dias; no inverno, a cada 30 dias. Ajuste conforme o calor, o vaso e a drenagem.

De quanta luz Planta-espelho anã precisa?

Sol parcial: 4–6 h diretas. Observe as folhas — queimaduras ou estiolamento indicam que a luz precisa de ajuste.

Planta-espelho anã é tóxica para gatos ou cães?

Não há registros de toxicidade para esta planta. Ainda assim, evite que os pets mordisquem qualquer planta. Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.

É fácil cultivar Planta-espelho anã?

É considerada exigente e recompensa cultivadores experientes.

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