margarida-dos-prados
Leucanthemum vulgare
Fácil · Ideal para iniciantesSobre margarida-dos-prados
margarida-dos-prados, a margarida-maior, é uma das flores silvestres mais reconhecidas do mundo, com suas clássicas pétalas brancas radiantes ao redor de um disco central amarelo-dourado. Nativa da Europa e Ásia temperada, naturalizou-se extensivamente pela América do Norte, Austrália e Nova Zelândia. Cresce de 30 a 60 cm de altura, floresce prolificamente do final da primavera ao meio do verão, criando cenas icônicas de prados. Cada capítulo é na verdade um composto de centenas de minúsculos floretes — as 'pétalas' são flores radiais individuais, e o centro dourado é repleto de flores tubulares do disco. A planta se espalha por sementes e rizomas rasteiros, podendo tornar-se invasiva em pastagens e prados. Prospera em solo pobre a médio e pleno sol, exigindo quase nenhuma manutenção. A margarida-maior tem raízes profundas no folclore europeu, na medicina herbal e em jogos infantis — arrancar pétalas para 'bem-me-quer, mal-me-quer' é talvez o jogo floral mais universal. É comestível, com folhas jovens usadas em saladas e botões florais em conserva como alcaparras.
- comestível
Como cuidar de margarida-dos-prados
Rega
- Primaveraa cada 7 dias
- Verãoa cada 5 dias
- Outonoa cada 14 dias
- Invernoa cada 30 dias
Substrato · Boa drenagem
- CoberturaCasca de pinheiro10%
- Mistura principalSubstrato + perlita 2:170%
- DrenagemArgila expandida / cascalho20%
Nunca dispense a camada de drenagem — água parada é a principal causa de podridão radicular.
ADUBO
- Primaveraa cada 60 dias
Num relance
- NativaEuropa, Ásia Oriental
- Altura1–3 ft (0.3–0.9 m)
- Espalhamento1–2 ft (0.3–0.6 m)
- Cor da florbranca
- Cor da folhagemverde
- Soloarenoso, bem drenado
- LocaisJardim
Floração
CICLO DE FLORAÇÃO
Auge da floração
jun–ago
Remova flores murchas para evitar auto-semeadura agressiva; divida touceiras a cada 2-3 anos para manter o vigor
Fragrância
SEM FRAGRÂNCIA
Sem fragrância notável.
Toxicidade
Animais de estimação Ligeiro
lactonas sesquiterpênicas e irritantes semelhantes a piretrinas
Not reported
EXPOSIÇÃO Nenhuma via de exposição é relatada.
EFEITO Sem toxicidade significativa e folhas jovens comestíveis em saladas historicamente.
NOTA Nenhuma toxicidade é relatada para humanos neste catálogo; isso não é evidência de que a planta seja comestível ou inofensiva.
Slight
- folha
- flor
- ingestão
- contato
EXPOSIÇÃO Comer folhas e flores. Tocar folhas e flores.
EFEITO Possível leve desconforto gastrointestinal e dermatite.
NOTA A NC State sinaliza a margarida-maior como um problema para cães, gatos e cavalos. Trate como risco leve de desconforto gastrointestinal/dermatite em animais de estimação, em vez de toxicidade severa.
Slight
- folha
- flor
- ingestão
- contato
EXPOSIÇÃO Comer folhas e flores. Tocar folhas e flores.
EFEITO Possível leve desconforto gastrointestinal e dermatite.
NOTA A NC State sinaliza a margarida-maior como um problema para cães, gatos e cavalos. Trate como risco leve de desconforto gastrointestinal/dermatite em animais de estimação, em vez de toxicidade severa.
Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.
DISTRIBUIÇÃO
- Nativa
- Introduzida
- Europa
- Ásia Oriental
História

margarida-dos-prados é nativa da Europa e da Ásia temperada — essencialmente toda a zona temperada eurasiana — e tem sido a quintessencial "margarida" europeia de prados para a confecção de grinalda de flores, adivinhação ("ele me ama, ele não me ama" — as pétalas são arrancadas uma a uma com frases alternadas) e poesia pastoral por séculos. Figura na poesia de Geoffrey Chaucer do século XIV como a "ee of the day" (olho do dia) — a palavra inglesa "daisy" deriva do inglês antigo "dæges ēage" (olho do dia), referindo-se ao hábito da flor de abrir seus raios pela manhã e fechá-los à noite. A espécie produz as familiares margaridas simples com raios brancos e centros de disco amarelos em hastes de 30-90 cm durante o início e meados do verão. Foi levada para a América do Norte por colonos europeus junto com feno e sementes, e se naturalizou extensamente em praticamente todo o continente.
Em sua área introduzida, é agora classificada como erva daninha invasora por múltiplos estados dos EUA (Colorado, Montana, Wyoming, Ohio, Washington e outros possuem listas de ervas daninhas nocivas) e como erva daninha de pastagem dispendiosa pela Agência Canadense de Inspeção de Alimentos — bovinos e cavalos evitam comer a planta, de modo que em pastagens intensamente pastadas ela pode formar populações de monocultura. O uso hortícola está cada vez mais restrito nos estados do oeste dos EUA. A margarida Shasta hortícola (Leucanthemum x superbum) é um híbrido de jardim derivado em parte de L. vulgare por Luther Burbank em 1890.
A margarida-branca tem sido uma flor silvestre amada desde os tempos antigos — o nome 'daisy' em si vem do inglês antigo 'daeges eage' (olho do dia), porque a flor abre ao amanhecer e fecha ao entardecer. Na Europa medieval, era chamada de 'lua-daisy' e associada à deusa nórdica Freya, simbolizando maternidade e fertilidade. Os romanos a usavam medicinalmente para feridas e tosses. Os colonos ingleses a trouxeram deliberadamente para a América do Norte como flor de jardim, sem imaginar que escaparia e cobriria continentes inteiros.
Simbolismo e significado
O que simboliza
A Margarida-maior incorpora inocência, sua simples face branca e amarela é a flor universal dos prados da infância. No folclore europeu, há muito é associada à primavera, alvorada e frescor de novos começos — uma flor de recomeços limpos e corações claros. Poucas flores silvestres estão tão intimamente ligadas ao primeiro tipo de amor e à maravilha simples e sem pressa dos muito jovens brincando na grama alta.
- Inocência — A simples flor branca representa universalmente pureza e maravilha infantil
- Novos começos — Associada à primavera, alvorada e novos começos no folclore europeu
De onde vem o nome
O nome Margarida-maior descreve seus capítulos semelhantes a margaridas. Leucanthemum do grego 'leukos' (branco) e 'anthemon' (flor). Vulgare significa 'comum' em latim, refletindo sua ocorrência generalizada.
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Perguntas frequentes
Com que frequência devo regar margarida-dos-prados?
No verão, regue mais ou menos a cada 5 dias; no inverno, a cada 30 dias. Ajuste conforme o calor, o vaso e a drenagem.
De quanta luz margarida-dos-prados precisa?
Sol pleno: 6+ h diretas. Observe as folhas — queimaduras ou estiolamento indicam que a luz precisa de ajuste.
margarida-dos-prados é tóxica para gatos ou cães?
Pets Slight (Dogs Slight · Cats Slight) Informação educativa, não é aconselhamento médico nem veterinário. Em caso de suspeita de exposição, procure um médico ou veterinário.
É fácil cultivar margarida-dos-prados?
Sim — é considerada uma planta fácil, ótima para iniciantes.
Quando margarida-dos-prados floresce?
Costuma florescer jun–ago no hemisfério norte.
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